segunda-feira, 1 de junho de 2009

Respostas de uma não pergunta

Te vejo, sentada logo na cadeira ao lado,
Mas nada,
Teu olhar não vai de encontro,
Enquanto o veiculo segue seu percurso,
Teus olhos são tão distantes,
E desviam dos meus,
O que faço?
Como chamo sua atenção?
Procuro respostas,
Mas ainda não sei onde achar

Queria pelo menos em um instante,
Ter seu sorriso para me alegrar,
Mas o teu semblante de desprezo,
É o que no meu caminho,
Estou a encontrar,
Será que a vida vale a pena?
Viver tudo isso é uma lição?
Minha liberdade é tão pequena,
E querer você, é minha maldição!